O CRIAR > NOSSA HISTÓRIA
O CRIAR BRASIL - Centro de Imprensa, Assessoria e Rádio -
é uma organização não-governamental formada por pessoas que acreditam na força transformadora da comunicação e apostam
no rádio.
Antes de ser CRIAR, éramos CRIA: Centro de Imprensa Alternativa, um setor do IBASE – Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas que nasceu de uma idéia do sociólogo Herbert de Souza, o Betinho. Em 1994, nossa história mudou de rumo e passou a ser escrita de forma independente, mas mantendo os mesmos ideais. Nesses 12 anos, muita coisa aconteceu, mas nossa missão não foi alterada:
"Apoiar as organizações dos movimentos sociais através da produção, capacitação, assessoria e pesquisa radiofônica, visando a democratização da comunicação no Brasil."
Temos trabalhado pela democratização da comunicação e pela ocupação das ondas do rádio com programação que contribua para a melhoria da qualidade de vida da população brasileira.
O CRIAR é a ONG do rádio para todas as vozes.
Nossa equipe é formada por radialistas e jornalistas com experiência em capacitação e na produção de programas de rádio, spots, vinhetas e outros materiais em áudio, sempre sintonizados com a promoção da cidadania.
O principal objetivo do CRIAR BRASIL é falar para as comunidades brasileiras, privilegiando as de baixa renda, através das ondas do rádio, já que este meio tem a capacidade de alcançar os pontos mais distantes do nosso país e possui uma linguagem de fácil compreensão para todas as camadas sociais.
O nosso desafio é buscar formas criativas de trabalhar principalmente com temas ligados à cidadania, educação, saúde, direitos humanos, direitos dos trabalhadores e das crianças e adolescentes.
Além das produções, o CRIAR BRASIL também privilegia a troca de experiência com comunicadores de todas as regiões do país, através de projetos de capacitação para o rádio promovendo seminários e participando de atividades de outras instituições. São oportunidades de contribuir na formação de novos radialistas e conscientizar os comunicadores para a necessidade de uma atuação democrática em relação ao ouvinte. |