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Comunicação violada: documentário debate sobre a violência digital cada vez mais frequente na vida de jornalistas e comunicadores


"Comunicação Violada – o jornalismo sob ataque nas redes” traz uma reflexão urgente sobre a crescente violência digital que assola jornalistas nas redes. Para dar apenas um exemplo, entre março e junho deste ano foram 500 mil tuítes atacando o jornalismo e a maioria desses ataques, direcionados a mulheres. No ranking internacional o Brasil ocupa a 111° posição na classificação Mundial da Liberdade de Imprensa de 2021, tendo caído quatro posições em relação ao ano passado.

O documentário “Comunicação Violada – o jornalismo sob ataque nas redes”, lançado no dia 2 de novembro, Dia Internacional pelo Fim da Impunidade dos Crimes contra Jornalistas, estimula o debate sobre a responsabilidade das plataformas no assédio online, seus impactos humanos e destaca iniciativas de proteção e segurança para manter vivos o jornalismo e a democracia no país.

A produção traz depoimentos dos jornalistas Leandro Demori (editor- executivo do The Intercept Brasil), Cecília Olliveira (El País e Diretora do Fogo Cruzado), Tai Nalon (Diretora-executiva do Aos Fatos), Cristina Zahar (Abraji), Thiago Firbida (Artigo 19), Giuliano Galli (Instituto Vladimir Herzog), Artur Romeu (RSF América Latina), entre outros convidados que contam histórias de violência no mundo virtual.

O média-metragem é mais uma realização da Organização Não Governamental CRIAR Brasil com o apoio da Embaixada do Reino dos Países Baixos e está disponível no canal do YouTube do CRIAR Brasil.

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